“Nós dispomos de um primeiro centro a que podemos chamar “plexo cósmico”. Já não se trata do plexo solar (3º centro tradicional), nem do centro da fruição e do prazer (2º centro tradicional), nem do centro do enraizamento e do medo (1º centro tradicional, raiz). Nesse nível mais profundo temos, como chacra básico, um centro que reúne as antigas frequências do centro raiz (1º), do centro da alegria, da fruição e da experiência sexual (2º) e do centro da sociabilização (3º). Estes 3 centros, no nível mais profundo do nosso ser já se fundiram num – Plexo Cósmico. O segundo centro sintetiza parte da vibração do plexo solar (3º), parte da vibração da laringe (5º) e a totalidade do centro cardíaco (4º). Trata-se de uma expansão do cardíaco que absorve uma boa parte das antigas frequências do plexo solar e uma parte da expressão da laringe, podemos chamar-lhe – Cardíaco Cósmico.
Na zona craniana temos um terceiro centro que está a fundir parte da vibração da laringe (5º), a totalidade do Ajna (frontal, 6º) e dos centros da coroa, o 8º e o 9º chacra – Mental Cósmico. O que se passa é que a emergência destes três centros alimenta-se da pureza, da incapacidade de dissociar e da inocência. A compreensão de como os centros se sintetizam é o retorno à pureza, à inocência, à incapacidade de mentirmos a nós mesmos. Vem aí um novo conhecimento. Esse centro Mental Cósmico ao receber a linguagem de fogo dos arcanjos, dos Irmãos Maiores, condiciona a vontade, e a vontade condiciona o cardíaco, e o cardíaco condiciona a personalidade.
Então, esta aproximação entre os centros é o resultado de uma iniciação da Humanidade, que é parte da iniciação da Terra. Esta iniciação está a fundir os centros para que aquilo que, em nós, é potência e força se torne inteligência, e o que é inteligência e energia se torne potente. Ou seja, há um casamento entre a Terra e o Céu, o que significa realizar o Homem, fazer emergir o Cristo em nós e implica fundir os campos.
Ora, estas novas crianças trazem isto à flor da pele. Elas são energeticamente mais simples e, portanto, energeticamente mais potentes. Assim, podemos começar a receber uma radiação oculta que vem destas novas crianças; elas ajudam-nos a sentir estes novos centros que estão a nascer na actual Humanidade.
O que acontece com esta fusão dos centros energéticos é que a verdade do ser tem muito menos a percorrer até atingir os centros nervosos, até atingir a medula oblongata (coordenação motora), até atingir a intuição, a mente e os sentimentos. A descarga de força pura é muito mais alta, e é aqui que estas crianças são tão queridas quanto problemáticas.
Estão entre nós quatro tipos de Índigos: o Artístico; o Humanista; o Conceptual e o Interdimensional.”

http://www.casa-indigo.com/artigos/conferencia_a_louro_2.asp

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