“Não, não sou uma pessoa do óbvio, sou da subjetividade.
Não sou da linha, sou das entrelinhas.
Não sou do texto, mas do subtexto.
Minha loucura maior não são as doces palavras que ouço , e sim, a ausência delas, quando deveria vir da boca de quem quero, no momento que espero e que nunca chega! Sou do toque.”
 

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