Noite trovejante, sem chuva. Estacionamos em frente a um edifício muito iluminado, em cujo pátio estavam seres sorridentes, que nos acolheram com extrema cordialidade. Em rígida disciplina, aguardaram a autorização para se aproximarem. Nada disseram, ou melhor, disseram muito quando, com as mãos estendidas, nos agradeceram a presença e mostraram a entrada. Não era necessário verbalizar. Os gestos eram eloqüentes. Estávamos na superfície do planeta Terra, mas não imantados. Deslizamos escadaria acima e nos deparamos com uma vasta assembléia… as paredes da Igreja dilataram-se e um foco de luz, vindo do alto, muito possante, iluminou cada um de nós. Pudemos ver melhor.