“Hoje, com toda minha birutice e uma vontade de aprender que não acaba, eu pego minhas fraquezas.
Deixo-as enfileiradas. E as estudo como se minha vida dependesse disso.
Com o auto-controle nas mãos, um depósito debaixo do braço e nossos inimigos internos dormindo, podemos – quem sabe? – nos tornar guerreiros impecáveis.
Ou – se não – apenas sorrir mais.
O que pra mim já vale a luta. Ou uma vida inteira.”